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Arquivo mensal: outubro 2012

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“Tenha uma natureza fácil. Quando você se torna raivoso e olha de forma severa pra alguém, esta pessoa recebe esta vibração e isto causa grande prejuízo a ela. Tente eliminar o menor traço de raiva ou arrogância que exista em você. Isto acaba se tornando um grande obstáculo porque quando você age assim você pressente, no fundo, que está errado e isto provoca dúvidas internas. Interaja positivamente com todos e torne-se leve.”

Brahma Kumaris

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1. Fija tu atención en ti mismo, sé consciente en cada instante de lo que piensas, sientes, deseas y haces.
2. Termina siempre lo que comenzaste.
3. Haz lo que estás haciendo lo mejor posible.
4. No te encadenes a nada que a la larga te destruya.
5. Desarrolla tu generosidad sin testigos.
6. Trata a cada persona como si fuera un pariente cercano.
7. Ordena lo que has desordenado.
8. Aprende a recibir, agradece cada don.
9. Cesa de autodefinirte.
10. No mientas ni robes, si lo haces te mientes y te robas a ti mismo.
11. Ayuda a tu prójimo sin hacerlo dependiente.
12. No desees ser imitado.
13. Haz planes de trabajo y cumplelos.
14. No ocupes demasiado espacio.
15. No hagas ruidos ni gestos innecesarios.
16. Si no la tienes, imita la fe.
17. No te dejes impresionar por personalidades fuertes.
18. No te apropies de nada ni de nadie.
19. Reparte equitativamente.
20. No seduzcas.

Os Três Caminhos são o resultado do conhecimento acumulado durante milênios por três tradições milenares. São os Três Caminhos:

1. O Caminho do Faquir ─ É duro. É o caminho do Corpo. O faquir obtém o auto-controle ou pretende obtê-lo submetendo o corpo ao Espírito por meio da imposição de dor. Submetendo o Instinto à Vontade pela negação completa da satisfação do instinto. Eles podem ser vistos na Índia, hoje, com seus braços atrofiados, suspensos Voluntariamente a 30 anos! Porque o faquir é um tirano para o corpo e deles vem a tradição de alcançar a Iluminação por meio da mortificação. Buda Sakyamuni ao ver esse faquires de braços atrofiados e outros, mutilados de todo o tipo, refletiu, meditou, e achou uma péssima idéia.

2. Caminho do Monge ─ Ou a monja. É o caminho do Coração para os que buscam a santidade porque somente obterão santidade por meio do controle de si mesmos; porque neste caminho a prática é submeter as afeições; negar, evitar até transformar em alguma outra coisa o desejo por tudo aquilo que é mundano: seja a comida, seja a riqueza, seja o sexo, seja o amor romântico ou mesmo o amor fraternal. Transubstanciar-se em Eu Divino e Eterno pela negação desse mesquinho Eu Humano, tão efêmero.

Então os monges e monjas se afastam do mundo, especialmente das diversões do mundo, das coisas que dispersam os sentidos, envenenam o pensamento e abalam a esfera emocional. Recolhem-se em orações, que são sempre mantras, sejam hindus ou cristãs-católicas; e quando estão nas ruas, entre as gentes, estão como Servos, à Serviço do Criador; serviço que consiste em prestar assistência às Suas Criaturas.

3. Caminho do Iogue ─ É o caminho da mente. O iogue combate os hábitos mentais. Porque a realidade é maia, é ilusão; porque tal ilusão é criada pelo torvelinho de pensamentos, o iogue se concentra em dominar os próprios pensamentos, deter o fluxo aleatório de idéias. Para o iogue a capacidade de pensar é como um belo e poderoso cavalo selvagem perdido a galopar sem destino em todas as direções do plano mental.

O cavalo tem de ser domado. Uma vez que iogue consiga controlar o corcel dos seus pensamentos, poderá transformar sua realidade a partir de transformações no plano mental, das idéias. Porque o invisível e impalpável, a idéia, é o modelo e matriz do visível e palpável. E assim tudo é maia, é ilusão porque tudo pode ser modelado através da força do pensamento dirigido. Em termos populares, o Caminho do Iogue é a conhecida doutrina do pensamento positivo, tão travestida e maquiada mas sempre a mesma nas prateleiras dos livros de auto-ajuda.

Quarto Caminho  Caminho do Trabalho

Quarto Caminho pretende reunir por combinação as virtudes dos Três Caminhos da Tradição. Significa que o Quarto Caminho é trabalho simultâneo do corpo, do ser astral [emoções] e da mente [idéias, pensamentos]. É um caminho que pode ser trilhado por pessoas comuns no transcorrer de uma vida comum; o Quarto Caminho não exige retiros no deserto nem habilidades acrobáticas. Gurdjieff define o quarto caminho como um aprendizado que demanda uma forte responsabilidade individual sobre o resultado:

O Quarto Caminho difere dos outros porque sua principal exigência ou pré-requisito é o que o discípulo entenda o que está fazendo. Um homem não deve fazer nada que não entenda, que não faça sentido para ele. Poucas exceções pode abrir quando está sob a supervisão de seu mestre. Quanto mais um homem entende o que está fazendo melhores resultados vai obter de seus esforços. Esse é um princípio fundamental do Quarto Caminho. Os resultados de um Trabalho são proporcionais à consciência [entendimento] que se tem desse Trabalho [WIKIPEDIA English].

Como toda educação holística metafísica séria, o Quarto Caminho não é fácil e, por isso, não é para qualquer um ─ embora pudesse ser, teoricamente, trilhado por qualquer um. Mas não é qualquer um que está interessado em auto-conhecimento, especialmente se isso custa esforço e disciplina de muitos anos [ninguém se iluda com fórmulas rápidas].

Gurdjieff dizia que o conhecimento sagrado de seu sistema transformacional não é secreto mas a maioria das pessoas, simplesmente, não está interessada. Os capazes de se empenhar no Trabalho são cinco de vinte de vinte [Gurdjieff apreciava matemática] ou seja, somente 20% das pessoas pensam regularmente e seriamente sobre a realidade [essência]. Destes 20 % ─ apenas 20% decidem fazer alguma coisa sobre o assunto [buscar conhecer a realidade]; e desses 20%, minguados 5% chegaram ou chegarão, de fato, a alguma ação concreta ─ ou uma pessoa entre 500! [WIKIPEDIA English].

Reunindo a Caminho do Faquir [Tradição Sufi], o Caminho do Iogue [Tradições Hindu e Sikh ─com adeptos na região do Punjab, entre o Paquistão e a Índia] e o Caminho do Monge [Tradições budista e cristã entre outras], o Quarto caminho torna-se um ponto de encontro e interação destas diferentes técnicas e práticas de auto-conhecimento e auto-desenvolvimento.

Essa aproximação das Escolas ocultistas, religiosas, metafísicas e de auto-conhecimento vem acontecendo ao longo dos séculos. Porém, todas se mantém limitadas a uma estrutura didática baseada na relação Mestre-discípulo que seguem um caminho bem definido e classificado. Gurdjieff reivindica para o Quarto Caminho a originalidade: 1. de não ser um Caminho permanente; 2. romper com a rigidez da relação Mestre discípulo.

Trecho retirado do site:

http://www.sofadasala.com/pesquisa/gurdjieff01.htm

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‎”Acho que nós mulheres, desde muito cedo, sabemos que não podemos controlar tudo. A menstruação, gravidez, menopausa, são processos que nos levam a reconhecer que somos mais do que consciência e vontade, e que estamos conectados com os ciclos da lua e as marés. A sabedoria feminina é de interconexão. Desde menina aprendemos essa noção, de ter experiências de interdependência, e isso é exatamente o que o mundo precisa entender: se você fere uma parte do planeta, todo o planeta sofre e nós com ele. Se uma pessoa exerce violência sobre outra, toda a humanidade sofre. Não há maneira de escapar, mesmo quando acreditamos que podemos. Essa é a sabedoria que as mulheres podem contribuir.”
– Jean Shinoda Bolen

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Quando alguém reconhece que é um filho de Deus, ele percebe que tem um direito à propriedade de Deus: todas as qualidades e poderes. Quando um príncipe tem a consciência de ser filho de um rei, ele sabe que tem direito a tudo que é do rei. Da mesma forma, quando temos a consciência ser um filho de Deus, temos o direito a todas as virtudes, qualidades e poderes que Deus tem.”

Dadi Gulzar