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Arquivo mensal: dezembro 2012

Un día desapareceré sin remedio No podré volver atrás ni pedir perdón Ni oiré tu risa, ni tocare tu pelo Ni andaré descalza sobre la tierra Ni déjate que el sol caliente mi cara Ni lloraré el desamor Ni tendré pesadillas Ni te echare de menos Un día dejare mi cuerpo en este mundo y me iré a bailar con las estrellas Así qué hoy decido amarte Echarte de menos Tocarte Y bailar Amor Hernández

Preces de gratidão pelas velhas perigosas e suas filhas sábias e indomáveis que alegram a nossa vida. Prece n° 7: “Por todas as filhas inteligentes, desconhecedoras, sem rumo e pelas que tudo sabem… Pelas que estão avançando direto ou que perseguem aos trancos… Pelas que estão aprendendo a chorar novamente…Pelas que estão aprendendo a gargalhar…Por todas elas, não importa se estão saudáveis, curadas ou não, não importa de que classe, clã, oceano ou estrela…Por todas as filhas que herdaram amor em abundãncia de antepassadas queridas que já se foram, mas que mesmo assim ainda fazem visitas… Por todas as filhas que um dia ouviram por acaso o conselho de uma sábia destinado a outros ouvidos, mas essas “palavras certas na hora certa” causaram uma centelha que iluminou seu mundo daquele momento em diante para sempre… Por todas as filhas que ouviram a sabedoria, não a entenderam, mas a guardaram para o dia em que conseguissem compreender… Pelas filhas que remam sozinhas e cujas antepassadas escolhidas foram por necessidade encontradas em livros queridos, em imagens norteadoras captadas no cinema, na pintura, na escultura, na música e na dança… Pelas filhas que absorvem o bom senso e as atitudes necessárias trazidas por espíritos de sabedoria, ásperos e evanescentes que aparecem em sonhos noturnos… Pelas filhas que estão aprendendo a escutara velha sábia da psique, aquela estranha sensação interior de nítida percepção, de audição, noção e ação intuitivas… Pelas filhas que sabem que essa fonte de sabedoria interior é como a panela de mingau dos contos de fadas que, por mágica, nunca se esvazia, por mais que se derrame seu conteúdo… Por elas… Abençoada sejam suas belezas, tristezas e buscas; que sempre se lembram que perguntas ficam sem resposta, até que sejam consultados os dois modos de enxergar: o linear e o interior.” E QUE SEJAMOS SEMPRE: “VELHAS ENQUANTO JOVENS, E JOVENS ENQUANTO VELHAS” Do livro ” A Ciranda Das Mulheres Sábias”, de Clarissa Pinkola Estés.