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Arquivo mensal: abril 2013

– sorrir para estranhos na rua!

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Nuestra vida está repleta de espacios que nos llenan y espacios vacíos, por definirlos de alguna forma.

Y no podemos renunciar a ninguno de ellos. Forman parte de la dualidad. Uno no puede existir sin el otro. Es un juego mental.

Si no somos capaces de tomar distancia para poder verlos juntos y en perspectiva, corremos el riesgo de perdemos en un laberinto mental que no tiene fin. Que se autoalimenta a sí mismo en el sufrimiento.

Nos empeñamos en ver tan sólo lo que no tenemos, lo que me falta, lo que deseo, lo que no fue… Y caminamos por la vida enfadados con el resto del mundo, pretendiendo que sean otros quienes nos llenen esos vacíos.

Pero todo aquello que nos ofrezcan será insuficiente. No es posible llenar nuestro vacío. Sobre todo porque en el intento de hacerlo lo que pretendemos es modificar un pasado. Algo que ocurrió y que no aceptamos.

No podemos retroceder en el tiempo a reparar algo que fue. Debemos aceptar lo ocurrido y sanarlo. Siendo conscientes de que lo que ocurrió, sin necesidad de denominarlo bueno o malo, forma parte de nuestra historia.

Renunciando a parte de nuestra historia estamos renunciando a una parte de nosotros mismos. Nos fragmentamos en una visión sesgada y parcial que impide disfrutar de aquello que somos.

Somos aquí y ahora. Y somos gracias a lo que fue. Y ahora, en este momento, en este instante, debemos integrar todo para poder caminar hacia la felicidad. Sin dudas, sin reproches y sin responsabilizar a nadie de lo que nos ocurre.

Porque son nuestros pies, y no los de otros, quienes nos conducen en el sendero de nuestra historia.

Feliz viaje!!

Fonte: Despertar al ser

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“Inana e Ereshkigal, as duas irmãs, luz e trevas respectivamente, representam, juntas —
nos termos da antiga simbologia —, a mesma deusa dividida em dois aspectos; seu confronto
resume todo o sentido do difícil caminho de provas. O herói, deus ou deusa, homem ou
mulher, a figura de um mito ou o sonhador num sonho, descobre e assimila seu oposto (seu
próprio eu insuspeitado), quer engolindo-o, quer sendo engolido por ele. Uma a uma, as
resistências vão sendo quebradas. Ele deve deixar de lado o orgulho, a virtude, a beleza e a
vida e inclinar-se ou submeter-se aos desígnios do absolutamente intolerável. Então, descobre
que ele e seu oposto são, não de espécies diferentes, mas de uma mesma carne.
A provação é um aprofundamento do problema do primeiro limiar e a questão ainda está
em jogo: pode o ego entregar-se à morte? Pois muitas cabeças têm essa Hidra circundante;
cortada uma delas, duas outras se formam — exceto se for aplicado, ao coto mutilado, o
cauterizador apropriado. A partida original para a terra das provas representou, tão-somente, o
início da trilha, longa e verdadeiramente perigosa, das conquistas da iniciação e dos
momentos de iluminação. Cumpre agora matar dragões e ultrapassar surpreendentes barreiras
— repetidas vezes. Enquanto isso, haverá uma multiplicidade de vitórias preliminares, êxtases
que não se podem reter e relances momentâneos da terra das maravilhas.”

trecho do livro “o herói das mil faces”, Joseph Campbell

Um rapaz, resolve abandonar seu trabalho depressivo, e decide tirar um ano de folga para viajar nosso belo planeta e, assim, renascer de seus sofrimentos pessoais.
Para tranquilizar sua família começa a enviar vídeos de curta duração de cada lugar por que passa. Este é o resultado final!

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Son mujeres que quieren hacer de éste un mundo más vivible
Son mujeres que se dieron cuenta que el cambio que desean ver
en el mundo, está en sus manos
Son mujeres que se sienten hijas de la Pachamama, de Pullowi, de Gaia
Son mujeres que creen en la horizontalidad de las relaciones
Son mujeres que saben que el sistema patriarcal fracasó
Son mujeres que sí creen en el Sacerdocio Femenino
Son mujeres que se atreven a ser distintas
Son mujeres que se atreven a darle una educación diferente a sus hij@s
Son mujeres que se atreven a decir “no” y “basta”
Son mujeres que se atreven a correr con los lobos
Son mujeres que se permiten ser compasivas consigo mismas
Son mujeres que se atreven a caminar despeinadas
Son mujeres que admiran y honran la vejez y la sabiduría
Son mujeres que no creen en la superioridad
Son mujeres que saben que el Cociente de Intelegencia no sirve para gran cosa
Son mujeres que juegan y bailan con sus hij@s en cualquier lugar de la ciudad
Son mujeres que forman círculos espirituales
Son mujeres que salen a buscar sus Diosas Oscuras y aunque tienen miedo,
atraviesan el Bosque Espeso
Son mujeres que lloran, se deprimen, y se cansan más cuando están ovulando
y no se sienten disminuidas por ello
Son mujeres que aprendieron a reírse de sí mismas
Son mujeres que saben que ser llamadas Brujas es un gran elogio
Son mujeres que sienten a tod@s l@s niñ@s del mundo como sus hij@s
Si te sientes identificada con esta descripción entonces
¡Bienvenida a la Cueva porque somos de la misma manada!

Texto de Leticia Ortega

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Narciso e Eco

Segundo a mitologia existia uma ninfa bela e graciosa tão jovem quanto Narciso, chamada Eco e que amava o rapaz em vão. A beleza de Narciso era tão incomparável que ele pensava que era semelhante a um deus, comparável à beleza de Dionísio e Apolo. Como resultado disso, Narciso rejeitou a afeição de Eco até que esta, desesperada, definhou, deixando apenas um sussurro débil e melancólico. Para dar uma lição ao rapaz frívolo, a deusa Némesis condenou Narciso a apaixonar-se pelo seu próprio reflexo na lagoa de Eco. Encantado pela sua própria beleza, Narciso deitou-se no banco do rio e definhou, olhando-se na água e se embelezando. As ninfas construíram-lhe uma pira, mas quando foram buscar o corpo, apenas encontraram uma flor no seu lugar: o narciso; e então dai o nome narciso a flor.

Narciso era um belo rapaz, filho do deus do rio Céfiso e da ninfa Liríope. Por acasião de seu nascimento, seus pais consultaram o oráculo Tirésias para saber qual seria o destino do menino. A resposta foi que ele teria uma longa vida, se nunca visse a própria face. Muitas moças e ninfas apaixonaram-se por Narciso, quando ele chegou à idade adulta. Porém, o belo jovem não se interessava por nenhuma delas. A ninfa Eco, uma das mais apaixonadas, não se conformou com a indiferença de Narciso e afastou-se amargurada para um lugar deserto, onde definhou até que somente restaram dela os gemidos. As moças desprezadas pediram aos deuses para vingá-las. Nêmesis apiedou-se delas e induziu Narciso, depois de uma caçada num dia muito quente, a debruçar-se numa fonte para beber água. Descuidando-se de tudo o mais, ele permaneceu imóvel na contemplação ininterrupta de sua face refletida e assim morreu. No próprio Hades ele tentava ver nas águas do Estige as feições pelas quais se apaixonara.

Narcisismo

narcisismo tem o seu nome derivado de Narciso e ambos derivam da palavra Grega narke, “entorpecido” de onde também vem a palavra narcótico. Assim, para os gregos, Narciso simbolizava a vaidade e a insensibilidade, visto que ele era emocionalmente entorpecido às solicitações daqueles que se apaixonaram pela sua beleza. Mas Narciso não simboliza apenas mera negatividade: “o mito de Narciso representa (senão para os gregos ao menos para nós) o drama da individualidade”; “ele mostra, isto sim, a profundidade de um indivíduo que toma consciência de si mesmo” em si mesmo e perante a si mesmo, ou seja, no lugar onde experimenta os seus dramas humanos (Cf.Bibliografia, Spinelli, Miguel, p.99).

Influência

A parábola de Narciso tem sido uma grande fonte de inspiração para os artistas há pelo menos dois mil anos, começando com o poeta romano Ovídio (livro III dasMetamorfoses). Isto foi seguido em séculos mais recentes por outros poetas como (John Keats), e pintores (CaravaggioNicolas PoussinTurnerSalvador Dalí, e Waterhouse). No romance de Stendhal Le Rouge et le Noir (1830), há um narcisista clássico na personagem de Mathilde. Diz o príncipe Korasoff a Julien Sorel, o protagonista, sobre a sua amada:

Narciso e Eco (1629-1630), de Nicolas Poussin.

Ela olha para ela em vez de olhar para ti, e por isso não te conhece.

Durante as duas ou três pequenas explosões de paixão que ela se permitiu a teu favor, ela, por um grande esforço de imaginação, viu em ti o herói dos seus sonhos, e não tu mesmo como realmente és.

Alejandro Jodorowsky:

O traço narcisista nos impede de ver ao outro e portanto, faz difícil a comunicação com tudo o que não é igual a ele.

Exemplo de respostas, de uma pessoa narcisista… desde seus quatro egos:

Ego intelectual: -Não é que não te comprendo, é que você é tonta (o tonto).

Ego emocional: -Não é que você não me ama, é que não ama a ninguém.

Ego libidinal: -Não é que não me desejes, é que você é frígida (ou impotente).

Ego material: -Não é que não quer dividir nada comigo, é que você é uma (ou um) egoísta.

As pessoas com forte traço narcisista na realidade fazem casal com elas mesmas, mesmo que estejam aparentemente unidos a alguém. Esse alguém é Eco, que segundo a mitologia foi a ninfa que se apaixonou por Narciso e que só podia repetir o final de suas frases, era seu eco. A parceira (ou parceiro) de um narcisista é um reflexo, não tem sua “voz própria”. O casal termina quando o narcisista dissolve seu traço ou quando “eco” recupera sua voz.